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Diz Que Helena

Diz Que Helena

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Como amante das letras, das coisas profundas e das coisas superficiais da vida, uma das minhas maiores paixões é pôr no papel o que vejo, o que vivo e o que sinto. Misturando realidade com ficção, escrevo as minhas histórias, os meus romances, nos tempos livres que a faculdade me dá. Em 2014 publiquei o meu primeiro livro pela Chiado Editora, um romance de título "Heroína".
O Diz Que Helena é uma reflexão dos meus interesses, gostos e sonhos.

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Livro Publicado




Mais sobre o livro

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Na mesinha de cabeceira

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Diz Que É A Minha Estante

Dancer in the Shadows
Wedding Bell Blues
Dance of the Snake
Sweet sundown
Sermão de Santo António aos Peixes
Auto da Barca do Inferno
Cavalleria Rusticana
The Rasputin Relic
Amos y mazmorras: Segunda parte
Amos y mazmorras: Primera parte
Devil In Disguise
A Walk to Remember
The Last Song
SIGA
Memorial do Convento
Bel: Amor más allá de la muerte
Harry Potter and the Order of the Phoenix
Harry Potter and the Sorcerer's Stone
Harry Potter and the Goblet of Fire
The Tales of Beedle the Bard


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Roma Encantada

Roma foi a melhor surpresa da minha vida. A primeira vez que visitei a cidade levei comigo um mapa da cidade com os sítios que mais queria visitar assinalados e um saco cheio de expectativas baixas, isto porque não me queria desiludir. Afinal, um sítio repleto de turistas perde um bocado da sua essência e peculiaridade, a meu ver. A confusão de pessoas ansiosas por ver e tocar em tudo, a ausência de um contacto directo com os verdadeiros romanos e o caos normal de uma grande cidade eram tudo o que eu tinha mente. E acho que nunca me enganei tanto nada vida. Ou me apaixonei tão facilmente. E seis meses depois de ter visitado Roma pela primeira vez, voltar a ela foi como receber um abraço de um velho amigo de quem não se sabia ter tantas saudades. E sem dúvida que a melhor parte, desta vez, foi andar pela cidade sem um mapa, não porque é fácil chegar a todos os lugares mas porque em todas as ruas, praças e jardins há sempre qualquer para visitar, e há sempre alguma coisa pela qual nos apaixonarmos. Esta nova viagem a Roma foi partilhada com duas amigas turcas, o que fez dela uma experiência tão maravilhosa. Como o meio de comunicação entre nós não é o melhor, visto que as nossas línguas maternas são muito diferentes e o inglês nem sempre é usado da melhor forma, e as nossas culturas também divergem em muitos aspectos, os obstáculos foram e são grandes, mas nada que não se ultrapasse. E assim esta é uma das coisas mais interessantes para quem está em Erasmus: aprender a contornar os obstáculos e a sair da zona de conforto o maior número de vezes possível. Tem sido o mais difícil mas também o mais recompensador. 

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Largo Federico Fellini, um dos cineastas italianos mais importantes de sempre

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Algures na Villa Borghese

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Encontrámos este miradouro com uma vista incrível de Roma. Quem consegue descobri a Basílica de San Pietro?

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Meio turista, meio perdida, meio a parecer o Corcunda de Notre Dame. Mochila às costas e ténis nos pés, e andiamo che ci siamo in fretta

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Fontana di Trevi 

 

Tem de ser um dos projectos mais bonitos do mundo, não? Tenho pena que esteja sempre tão cheio de gente, é impossível aproveitar realmente a sua beleza e história. E também foi uma pena que, àquela hora, não desse para tirar uma fotografia decente. Mas o que realmente é importa é que os cinquenta cêntimos que lá deixei em Abril valeram toda a pena do mundo!

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A Fontana dei Quattri Fiumi (a Fonte dos Quatros Rios), onde vemos representado Rio Nilo, Rio Ganges, Rio da Prata e o Rio Danúbio.

  

Reza a lenda que Bernini, o escultor da fonte, esculpiu a personificação do Rio da Prata com a mão levantada como se estivesse a defender-se uma vez que está à sua frente está a Igreja de Santa Inês, uma obra de Borromini, um rival de Bernin. Também se diz que a personificação do Rio Nilo tem os olhos tapados para não ver a obra de Borromini. 

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Monumento a Vittorio Emanuele 

Este tem de ser um dos meus sítios/monumentos preferidos. Não sei ao certo porquê, se pela sua história, pelo sítio onde foi construído, pelo seu enorme simbolismo e importância para os italianos (definitivamente pela sua beleza e imponência) este é o monumento que visa homenagear Vittorio Emanuele II, o primeiro rei da Itália Unificada e, assim, reconhecido como pai da Pátria. Sem dúvida que passei muito tempo só neste monumento... mais do que é recomendado.

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Vista do Monumento a Vittorio Emanuele 

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Quando a beleza do sítio é tanta e a tua felicidade é ainda maior que nem sequer te importas com as fotos em que todo o teu duplo queixo é evidenciado!!

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Vista do Monumento a Vittorio Emanuele 

 

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Monumento a Vittorio Emanuele 

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Muita arte em todos os lados.

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Tinha dito que queria voltar... e voltei! Coliseu de Roma

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 Arco de Constantino, mesmo ao lado do Coliseu

Uma Semana Depois

 

Rumar ao país do dolce far niente mostrou-se mais desafiante do que esperava. Sentir saudades da família, dos amigos e da rotina que seria de esperar - voltar à cidade das Capas Negras em início de ano lectivo - fez com que todo o processo de adaptação fosse difícil. Todavia, uma semana depois, tudo parece encaixar-se: a casa, as novas caras, os novos sítios, as novas (e maravilhosas) paisagens, uniram-se para fazer desta uma experiência fantástica. E estamos só no início. 

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Adeus Lisboa, Olá Roma 

Acontecimentos

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 Fonte de Imagem

 

Acredito que todos os acontecimentos que se proporcionam na nossa vida ensinam-nos alguma coisa, mesmo quando não têm qualquer intenção de o fazer. E tenho a certeza que os maiores acontecimentos são as pessoas que cruzam o nosso caminho todos os dias. Às vezes é um amigo, outras um vizinho. Por vezes, nunca vimos e nunca voltaremos a ver essa pessoa, mas mesmo assim, ela tem um poder transformador em nós que nos é incontrolável e, talvez até, inconcebível, porque houve um cruzar de olhares, uma gargalhada partilhada ou um sorriso que fascina, que provoca um calafrio que arrepia todos os pelos do corpo, que acelera o coração e nos faz corar. E a única coisa que a outra pessoa fez foi sorrir. Como é que isso pode não ser transformador? Perturbador, acima de tudo. É neste momento que percebemos o que nos aconteceu e a maneira sorrateira e fácil com que caímos tem tanto de belo como de assustador, assim como a consciência de que não precisamos de ninguém mas sentimos a necessidade de precisar desse alguém. 

Já descobri o que muitos acontecimentos me ensinaram, uns mais rápidos que outros, uns mais avassaladores que outros. Ter compaixão, ter paciência e compreender o significado de lealdade; não ser precipitada, não dizer sim a tudo e muito menos não... Mas há pessoas que dão mais trabalho que outras.

Ainda não percebi o que me vais ensinar, mas acredito que seja algo que valha a pena. A única certeza que tenho é que existem pessoas por quem vale a pena esperar e outras... nem por isso. Só me resta compreender qual delas és tu

Diz Que Helena

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