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Diz Que Helena

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"Os monstros não existem. É dos homens que tens de ter medo, não dos monstros ".

Todos os livros são presentes especiais. Todavia, "Eu não tenho medo" ("Io non ho paura", no original italiano) de Niccolò Ammaniti è um dos presentes que guardo com mais carinho seja pela pessoa que me o ofereceu, seja pela história incrível que se encontra dentro deste livro de capa tão simples e inócua. Desde o momento em que o comecei a ler, não fui capaz de parar, ainda que houvesse algumas dificuldades em relação à língua (uma vez que o li na sua língua original, o italiano). 

"Não tenho medo" é um delicioso relato de um rapazinho de nove anos.

Encontramo-nos numa parte indefinida do Sul de Itália, no Verão escaldante de 1978. Um grupo de amigos decide explorar a montanha que se vê da fábrica de Melichetti e a partir dai, a vida de um deles mudará irreversivelmente. 

Este é um romance que conta a perspectiva de um crime terrível através dos olhos de uma criança de nove anos. Toda a história é contada na perspectiva de Michele que, não percebendo perfeitamente o que acontece à sua volta, tem atitudes extraordinárias para resolver o enigma que lhe surge. Durante a história, é possivel ainda perceber a dinâmica entre os amigos e a inocência (ou falta dela) brutal de certas atitudes deste grupo de crianças. 

A escrita de Ammaniti é clara e fácil de entender. Penso que seja uma leitura adequada a todas as idades uma vez que o suspense do livro aliado à escrita fluida e razoavelmente simples permite que o livro seja compreendido por pessoas de diferentes faixas etárias, não sendo demasiado infantil pela temática pesada e perigosa de que trata. É uma história que nos absorve pela desenvoltura que o protagonista tem ao tomar as suas decisões, mostrando os seus dilemas pessoais, próprios de uma criança em desenvolvimento. 

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É possivel adquirir este livro em português, inglês ou francês no site da Wook.pt 

 

Softbol Femenino em Portugal em 2017

Foi no pasado sábado (dia 24) que se realizou o jogo para a Liga Softbol 2017, no campo de cricket de Miranda do Corvo. Passados dez anos que comecei a praticar a modalidade, penso de ter jogado aquele que foi o meu último jogo, a representar a secção de Softbol da Académica de Coimbra. A equipa (uma mistura entre jogadoras da Universidade de Coimbra e alunas do ensino médio e secundário de Miranda do Corvo) fez uma excelente prestação frente às Crushers do Colégio Salesianos em Lisboa, não tendo sido suficiente para ganharmos. No entanto, ficou a beleza e a felicidade de termos efectivamente jogado, uma vez que em Portugal é muito dificil a prática da modalidade devido à escassez de jogadoras e de apoios. Com todo o amor que tenho por este desporto, espero que esta situação se possa reverter no futuro e que hajam mais jovens, raparigas e mulheres a praticarem esta modalidade. IMG_5292.JPG

Equipa da Académica de Coimbra + Treinadores Técnicos  | Fonte da Imagem: AAC BasebolIMG_5366.JPG

Fonte da Imagem: AAC Basebol

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 Eu, como batedora, a preparar-me para enfrentar uma das melhores pitchers de Softbol com quem já tive o prazer de jogar. | Fonte da Imagem: AAC Basebol

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Académica de Coimbra em preparação. O gosto que eu tive em representar o nr 97 nunca será igualado! Fonte de Imagem: AAC Basebol

 

Foi uma boa despedida para a minha "carreira" de jogadora de Softbol e, certamente, foi uma excelente distração em época de exames 

The Fallen (2016)

Estava no feed do facebook há pouco tempo quando dei caras com um trailer de um filme que tinha todo o ar de ser o meu tipo guilty pleasure: sobrenatural, trios românticos e uma escola no meio da floresta (high school much?). Ainda que a história seja interessante, a concretização do filme foi terrível. The Fallen (ou Anjos Caídos) é inspirado numa série de quatro livros da escritora norte-americana Lauren Kate, cujo primeiro tem o mesmo nome do filme. A história gira à volta de Lucinda, uma rapariga de dezassete anos que, depois de ser dada como culpada de um incêndio que matou um colega, é obrigada a aceitar a medicação prescrita pelo psiquiatra ou ser internada numa escola para pessoas com maior acompanhamento necessidades psicológicas e sociais dos alunos. Como opta pela segunda opção, nesta escola, conhece Daniel (o loiro da imagem), por quem se sente imediatamente atraída e cujo lhe parece mais familiar do que ele quer fazê-la acreditar. 

Nem sei por onde começar. Nem sei porque me dei ao trabalho de ver este filme. Nem sei como é que tenho tanta a certeza que se fosse o meu eu com 17 anos a ver este filme, ficaria encantada (afinal, isso aconteceu-me com Crepúsculo... quem não se lembra de Crepúsculo). A história é um cliché de todo o tamanho e, a meu ver, não funciona. Então miúdos menores com problemas psicológicos, que estão num colégio interno por causa destes mesmos problemas, conseguem fazer uma festa regada a álcool nas imediações da escola? Qual é a razão para aqueles anjos estarem naquele colégio interno (até os Cullen tinham uma razão para estar em Forks...)?

Não sei o que posso escrever mais. Este filme não vale muito mais a ser dito. 

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