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Diz Que Helena

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Como amante das letras, das coisas profundas e das coisas superficiais da vida, uma das minhas maiores paixões é pôr no papel o que vejo, o que vivo e o que sinto. Misturando realidade com ficção, escrevo as minhas histórias, os meus romances, nos tempos livres que a faculdade me dá. Em 2014 publiquei o meu primeiro livro pela Chiado Editora, um romance de título "Heroína".
O Diz Que Helena é uma reflexão dos meus interesses, gostos e sonhos.

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Diz Que É A Minha Estante

Dancer in the Shadows
Wedding Bell Blues
Dance of the Snake
Sweet sundown
Sermão de Santo António aos Peixes
Auto da Barca do Inferno
Cavalleria Rusticana
The Rasputin Relic
Amos y mazmorras: Segunda parte
Amos y mazmorras: Primera parte
Devil In Disguise
A Walk to Remember
The Last Song
SIGA
Memorial do Convento
Bel: Amor más allá de la muerte
Harry Potter and the Order of the Phoenix
Harry Potter and the Sorcerer's Stone
Harry Potter and the Goblet of Fire
The Tales of Beedle the Bard


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Hoje, a noite é de Consoada

Lembro-me de ser pequena e, um mês antes do Natal, a árvore de Natal já estava montada, as luzes brilhavam por todo o lado, e eu já tinha chateado a minha mãe para me comprar os típicos calendários de chocolate. Também me lembro que Novembro ainda não tinha acabado e já não haviam janelinhas no calendário para abrir, muito menos chocolates que eu pudesse comer. Outra memória bastante presente é a ansiedade com que eu ficava quando via embrulhos debaixo da árvore de Natal - entre os meus seis e oito anos, fiquei especialista em perceber o que estava dentro dos embrulhos (também houve um melhoramento nas minhas capacidades de abrir embrulhos e voltar a fechá-los).  

 

Fonte: Collider

Frame do filme "The Nightmare Before Christmas", um dos meus preferidos de sempre, não fosse co-escrito e co-produzido pelo fantástico Tim Burton

 

Ou seja, as memórias que tenho do Natal da minha infância (e grande para da minha adolescência) são a ansiedade, a surpresa, e o sentimento de receber algo que eu queria, algo que eu não queria, coisas que me supreendessem e coisas que eu desgostasse; eu queria tudo! Tanta era a ansiedade que me remoia que só desde há poucos anos para cá é que comecei a conseguir esperar até à meia-noite para abrir os presentes. A parte mais engraçada, de uma forma triste? Recebi muitos presentes, mas lembro-me de muito poucos (e só uma ou duas coisas é que continuam comigo). Estas lembranças são melancólicas. Passei Natais com familiares que já não estão comigo e, na altura, não soube apreciar a sua presença. Agora, só posso lamentar a sua ausência e tentar descortinar na minha memória pequenos fragmentos dos seus sorrisos e das suas vozes. No entanto, posso dizer que agora o Natal tem o significado que devia, principalmente para uma pessoa que não tem crenças católicas. Cresci nesse meio religioso, mas fui perdendo a "fé" que tinha com o passar dos anos e com o desenvolvimento do pensamento crítico, pelo que a comemoração do Natal resume-se à família reunida e às comidas boas a que não tenho direito enquanto estudante universitária (hoje, nada de massa com atum!). Só consigo pensar na serradura que já está no frigorifico, no bolo rei que vou acompanhar com o café bem quentinho, no molotof que vem a seguir ao bacalhau com natas que vai abrir a noite... enfim, em tudo a que tenho direito depois de um semestre de árduo trabalho e... massa com atum. 

Com isto, desejo que o vosso Natal seja como o meu: com as pessoas mais importantes da vossa vida em plena saúde, copo e prato cheios, e os pés e o coração bem quentinhos. Estes são "luxos" que, infelizmente, nem todas as pessoas do nosso país vão viver. 

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